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Orçamento em 2014 terá delegados nos bairros

No próximo ano, segundo Carlos Augusto Peres, gerente de Orçamento participativo, os debates vão acontecer nos bairros, cada um tendo o seu delegado para acompanhar a execução orçamentária.

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03/11/2013 às 14h20

Não é ainda o orçamento participativo, como pretendia a administração do PT em Jaú, mas até o dia 14, os vereadores podem apresentar emendas ao projeto de lei do Orçamento de 2014 do município, previsto em R$ 391 milhões. Com pequeno público presente, a primeira audiência pública para discussão da proposta orçamentária aconteceu na Câmara na semana passada. A audiência foi comandada pela Comissão de Finanças, Orçamento e Economia, que é presidida pelo vereador Lucas Flores.  Compõem a mesma comissão os vereadores João Carlos de Lourenço e Fernando Henrique da Silva.

Além dos membros da comissão, outros quatro vereadores estavam presentes: Tito Coló Neto (PSDB) e Ronaldo Formigão (DEM), em seus lugares no plenário, enquanto que Fernando Barbieri (PT) e Wagner Brasil de Barros (PROS) se misturaram ao pequeno público que acompanhou os trabalhos.

A audiência pública foi rápida e a maior cobrança veio de representante da Associação de Moradores do Distrito de Potunduva, que quer dotação própria para o distrito. Ela foi prometida nos dois anos anteriores, não aconteceu, e  também não consta no orçamento de 2014.  O vereador Formigão disse que vai apresentar emenda destinando recursos ao Pronto Socorro Municipal, embora o prefeito Rafael Agostini (PT) já tenha declarado que  o PSM não será prioridade para o próximo ano,mas sim a construção da UPA (Unidade de Pronto-Atendimento).

A proposta de se fazer um orçamento participativo neste ano, como pretendia a administração petista na cidade, já que o prefeito nomeou um gerente para essa finalidade, o primeiro suplente de vereador de seu partido, Carlos Augusto Peres, acabou não vingando no primeiro ano. A peça orçamentária foi preparada nos gabinetes e enviada ao Legislativo no dia 30 de setembro último.

“A proposta continua valendo. Uma parte do orçamento será participativo no próximo ano, com reuniões nos bairros. Mas a audiência pública, como está acontecendo aqui, não deixa de ser uma forma de participação, embora não seja o orçamento participativo”, disse o gerente Peres.

No próximo ano, segundo ele, os debates vão acontecer nos bairros, cada um tendo o seu delegado para acompanhar a  execução orçamentária na parte participativa. “O que foi eleito pelo orçamento participativo, o que foi definido como prioridade, será acompanhado pelos delegados escolhidos pelos bairros no momento da execução das obras ou serviços previstos”, falou Peres.

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