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Estabilidade em jogo

Na audiência, conforme o funcionário Claudemir Santos de Aguiar, o prefeito Agostini “deu garantias ao funcionalismo”. A proposta do Executivo, conforme o funcionário, é que os servidores sejam remanejados para a Prefeitura ou absorvidos pela empresa concessionária.

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24/09/2013 às 08h29
Funcionários do Saemja com dirigentes do Sindicato dos Funcionários Municipais

Funcionários do Saemja com dirigentes do Sindicato dos Funcionários Municipais

Um grupo de funcionários do Saemja (Serviço de Água e Esgoto do Município de Jaú), da Divisão Técnica, teve no final da tarde de ontem, junto com a presidente do Sindicato dos Funcionários Municipais, Eliana Contarini,  audiência com o prefeito Rafael Agostini (PT). Preocupados com a recente aprovação da concessão da autarquia à iniciativa privada, eles queriam uma garantia de permanência no emprego. Do prefeito ouviram que mesmo os 52 em estágio probatório os seis celetistas(regidos pela CLT) terão garantia de estabilidade, seja na Prefeitura ou na empresa que vier a assumir o Saemja.

Por conta de o artigo 8º da lei aprovada sexta-feira em urgência pela Câmara e que possibilita da comcessão do Saemja não lhes garantir o emprego, os servidores protestaram ontem pela manhã. Retardaram a entrada do expediente e chamaram a direção do sindicato na sede da Divisão Técnica. Foi assim que, com a chegada do superintendente  e do advogado da autarquia, Paulo Ferrari e Pedro Paulo Serignolli, respectivamente, conseguiram marcar a audiência com o prefeito para a tarde e iniciaram o trabalho, isso por volta das 10h.

Na audiência, conforme o funcionário Claudemir Santos de Aguiar, o prefeito Agostini  “deu garantias ao funcionalismo”.  A proposta do Executivo, conforme o funcionário, é que os servidores sejam remanejados para a Prefeitura ou absorvidos pela empresa concessionária.  “O prefeito disse que vai esclarecer tudo numa entrevista coletiva que dará amanhã (hoje). Ele se comprometeu a abrir prerrogativas para que o pessoal seja absorvido, colocando no edital de licitação norma que garanta pelo menos dois anos de estabilidade aos funcionários”, disse Santos de Aguiar.

A presidente do Sindicato dos Funcionários Municipais, Eliana Contarini,  disse que pela conversa, o sindicato e os servidores do Saemja vão poder acompanhar a elaboração do edital de licitação e, inclusive, dar sugestões. “Tudo isso poderia ser evitado se o sindicato fosse ouvido antes. Mas só estaremos realmente satisfeitoss quando a lei da concessão for votada e nela constar a garantia de trabalho a esses 58 funcionários, os que estão em estágio probatório e os seis celetistas. Tudo tem que constar do edital”, disse a sindicalista.

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