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Aprovado projeto para a compra de remédios

Os vereadores aprovaram projeto do prefeito que abre crédito adicional de R$ 1.339.500,00 para a compra de medicamentos. Conforme a justificativa que acompanha o projeto, os remédios serão para os postos de saúde, policlínica e até para o pronto-socorro municipal, que ainda não foi reaberto.

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03/09/2013 às 09h08
A Câmara ficou vazia na primeira sessão no novo horário

A Câmara ficou vazia na primeira sessão no novo horário

A primeira sessão legislativa da Câmara no novo horário, com início às 19h, teve ontem a aprovação em urgência de quatro projetos do prefeito Rafael Agostini. O tema predominante na sessão, no entanto, foi mais uma vez a saúde, com questões sobre o pronto-socorro da Santa Casa e a situação caótica de atendimento no local.

Os vereadores aprovaram projeto do prefeito que abre crédito adicional de R$ 1.339.500,00 para a compra de medicamentos. Conforme a justificativa que acompanha o projeto, os remédios serão para os postos de saúde, policlínica e até para o pronto-socorro municipal, que ainda não foi reaberto. “Vamos aprovar, porque é um indicativo de que o pronto socorro municipal virá logo, já que até medicamentos para ele estão sendo providenciados”, disse o vereador Ronaldo Formigão.

Outro projeto em urgência prevê a abertura de crédito adicional de R$ 554.114,98 para  o pagamento do Pasep aos servidores municipais. Foi aprovado por unanimidade e sem discussão.

O terceiro projeto urgente do prefeito  prevê o repasse de auxílio a entidades assistenciais através de um programa do Banco do Brasil. O dinheiro já foi repassado pelo banco ao Fundo Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente e agora o município fica autorizado a repassar a verba para cada entidade beneficiada.

Também foi aprovado projeto que prevê convênio com o Tribunal de Justiça do Estado para que o município pague aluguéis de imóveis utilizados pelo Judiciário. Como receberam o projeto de última hora e não tiveram tempo de estuda-lo melhor, alguns oposicionistas criticaram a propositura.

“O atual governo se propôs a reduzir os aluguéis pagos , disse que iria entregar prédios alugados, e agora vamos votar mais locação de imóveis. Não consigo entender isso”, disse o vereador Carlos Lampião (PV). “O prefeito fala em não assumir gastos de outras esferas de governo que não sejam as municipais e agora está pedindo autorização para pagar aluguel ao Estado. O que é isso?”, questionou o vereador Ronaldo Formigão (DEM).

O vereador Fernando Frederico de Almeida Junior (PMDB) explicou que os aluguéis já existem para manter diversos serviços da Justiça à população e o projeto do prefeito é apenas para que esses contratos possam ser renovados. “É de altíssimo interesse público. São atividades que não podem parar nem por meia hora”, disse.

No final, o projeto foi aprovado por unanimidade.

 

 

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