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Entidades recebem repasses até o final do mês, diz secretário

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15/02/2013 às 08h07

 

O secretário de Economia e Finanças de Jaú, Luís Vicente Federice disse nesta quinta-feira (14) que as entidades conveniadas com a Prefeitura – exceto o Aristocrata Clube- vão receber os valores referentes ao mês de janeiro até o final deste mês.  “Vamos pagar janeiro de todos os convênios que estão em vigor, menos do Aristocrata porque no caso dessa entidade há uma pendência e medidas estão sendo adotadas pela Secretaria de Negócios Jurídicos”, disse o titular de Economia e Finanças.
 
Conforme Federice, para pagar um mês de convênio a cerca de 30 entidades a Prefeitura vai dispender em torno de R$ 180 mil. “Não temos dinheiro agora para cumprir os restos a pagar que ficaram de dezembro ou, em alguns casos, até de novembro do ano passado. Vamos pagar apenas o mês de janeiro e não renovamos convênio com nenhuma entidade ainda. Estamos estudando cada caso”, completou.
 
Várias entidades assistenciais, por não receberem o repasse da Prefeitura estão passando por sérias dificuldades neste início de ano. Muitas delas estão fazendo campanhas e apelando para doações da comunidade.
 
O vereador Ronaldo Formigão (DEM) esteve ontem de manhã e à tarde no Paço Municipal para tentar falar com o prefeito Rafael Agostini (PT) sobre o repasse das verbas para as entidades.  Ele foi o fundador do Projeto Informatibola, que desenvolve o esporte social e cursos de informática no Jardim Pedro Ometto e em vários bairros. Como as demais entidades que atendem menores também o Informatibola está sem repasse de verba da Prefeitura.
 
“O Executivo precisa tratar de outra forma as entidades. Elas desenvolvem um trabalho onde muitas vezes o poder público não consegue chegar. Foram celebrados convênios, que estão em atraso, e as entidades passam por sérias dificuldades. Elas tem seus compromissos também com os seus funcionários, que são pais de famílias e precisam receber seus salários. Além disso, os pais querem a continuidade do atendimento que é dado aos menores”, disse Formigão.

 

4 Comentários(Deixe o seu)

  • Giuseppe Zangara

    "Aos amigos os favores, aos inimigos a lei."
    Niccolo Maquiavel

  • Jonas

    Deveria ser proibido politico ter qualquer envolvimento com ONG,depois que funda ,não quer mais largar,
    neste caso é so verificar os nomes da Diretoria dos ultimos anos ,que vai verificar que o nobre vereador colocou a mulher e agora o cunhado como presidente.Quem será o proximo.
    Só uma certeza é Formigão no sobrenome.
    É certo também que essas ONGs são moedas de troca,vamos ver daqui para frente como o vereador Formigão vai se comportar nas votaçoes.

  • Valberto Formigao Bruckner

    Caro Jonas. (que poderia se identificar) Na diretoria da ONG Informatibola não existe nenhum elo parentesco entre funcionários e diretoria. Os funcionários todos são registrados e a diretoria toda formada corretamente. Se quiser conferir é só ver no site do informatibola.
    Mais uma coisa. A ONG não é moeda de troca nenhuma, pelo contrario, é uma vidraça e está sendo apedrejada por OUTROS políticos . A ong sempre trabalhou de forma correta , com suas prestações de contas em dia e aprovadas pelo TCE. Não tem justificativa essa perseguição e politicagem... Vc num sabe de nada meu amigo...tem muito caroço nesse angu..Vc Verá.

  • ronaldo formigao

    Sr. Jonas esta entidade Eu fui um dos fundadores em 2001 quando aquele bairro estava tomado pela marginalidade. Naquela época eu ainda nem era Vereador. Quanto a parentes vá verificar melhor e escreva a verdade. Por causa de pessoas como o Sr. que fala sem conhecer, aquela entidade está prestes a ter um convenio cortado,prejudicando mais de setecentas crianças. Pessoas acham que aquela entidade é minha, que sou eu quem administro, estão todos totalmente equivocados, minha participação lá é ajudar a fazer aquilo que o Município não faz.

  • Ronaldo Formigão

    Convido a todos a fazer igualmente, falar, tacar pedras é fácil, fazer exige doação,amor, sofrimento. Aquela entidade está prestes a ser duramente penalizada simplesmente por acharem que aquilo é meu. Não é meu é do povo é das crianças.

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