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Griso diz que não há ação imediata contra a enchente

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15/01/2013 às 07h57

 

Para o secretário e vice-prefeito Sigefredo Griso, que acumula as pastas de Obras, Serviços Municipais e de Transportes e Trânsito, não há o que fazer, de imediato, por conta da enchente que atingiu a cidade na noite de sábado e madrugada de domingo. “A gente poderia fazer alguma bobagem ou jogar dinheiro fora”, disse. Para ele é preciso primeiro um estudo do que foi feito no ano passado e ter em conta as obras previstas pelo PAC2 (Programa de Aceleração do Crescimento).
 
A draga cedida pelo DAEE (Departamento de Águas e Energia Elétrica) do Estado, utilizada no ano passado, ainda se encontra em Jaú, parada no Ceprom (Centro de Produção Municipal). “Qual é o projeto para essa draga? Nem operador para ela temos,porque o operador tem que ser do Estado e aquele que estava trabalhando no ano passado se aposentou. E onde vamos fazer intervenção com a draga? Não podemos fazer em locais onde já existem obras contempladas pelo PAC, como no Jardim Sempre Verde, senão a empresa vencedora da licitação depois irá repetir o mesmo serviço”, observou Griso.
 
Conforme o secretário, a draga do DAEE poderia ser utilizada em alguns pontos do rio próximo do Estádio Municipal e do Jardim São José. O equipamento, no entanto, além de não ter operador, está no Ceprom e precisa de alguns reparos.
 
O secretário lembrou que a última vez que foi executado um serviço de dragagem completo no rio Jaú, em toda a sua extensão no perímetro urbano, foi em 1992, no último ano de sua administração como prefeito. “Vejam só. Faz 20 anos! Estudos hidráulicos e da hidrografia da bacia do rio Jaú indicam que é preciso fazer um serviço de limpeza e desassoreamento a cada seis anos. Faz 20 anos! Não dá para fazer milagre. Graças a Deus não tivemos vítimas”, fala Griso.
 
Sigefredo Griso sabe que as obras do PAC contemplarão diversas obras importantes na macrodrenagem urbana,mas só não sabe quando elas poderão ser executadas. “O PAC prevê um piscinão acima do Lago do Silvério, no córrego dos Pires, outro acima do Jardim Maria Luiza IV, no córrego da Figueira; a canalização desses dois córregos, a céu aberto, além das obras no Sempre Verde e ao longo do rio Jaú”, enumerou o secretário.

 

3 Comentários(Deixe o seu)

  • Jose Sivamar

    Na defesa civil exixtem medidas preventivas e executivas
    O Super Secretario tem que se reunir com o Diretor de Defesa Civil e elaborar um plano de conting~encia emergencial,avaliar e quantificar o resultado dos prejuizos causados,estabelecer medidas imediatas e solicitar recursos aos governos estadual e federal,através de projetos (basta acessar modelos secret defesa civil)
    portanto Dr Grizo .mãos a obra ,competencia vc tem
    estaremos monitorando

  • Andre Palmeiras

    Na verdade nada sera feito enquanto não acontecer uma tragédia.
    Cadê as obras que o atual prefeito tanto prometeu?

  • Keith Moon

    Ainda bem que em 1992 o Griso fez a dragagem e não pagou o Décimo Terceiro dos funcionários da Prefeitur :)

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