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Agostini assume falando em arrumar a casa e não ceder a pressões

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02/01/2013 às 05h51

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Numa das mais longas cerimônias de posse já realizadas em Jaú, o prefeito Rafael Agostini , o vice-prefeito Sigefredo Griso e os 17 vereadores eleitos em outubro foram empossados ontem. A solenidade começou às 16h35 e só foi concluída por volta das 20h20, após a pose para a foto oficial da equipe de governo, com o prefeito e todos os secretários no gabinete do Paço Terra Roxa. Um grande público acompanhou o ato, dentro da Câmara, nos televisores colocados no saguão e, depois subindo a rampa eseguindo até o salão nobre da Prefeitura com o novo prefeito e secretários.
 
Num discurso que durou 12 minutos, o novo prefeito Rafael Agostini destacou lembrou a sua participação na Câmara no mandato de 2004 a 2008 e sua trajetória política até chegar à Prefeitura. Depois da campanha deputado em 2010, disse que passou a aprimorar o seu grupo político e investir na qualificação técnica dos seus membros. “Tudo foi rigorosamente planejado e calculado, inclusive as derrotas pelas quais em alguns momentos até sabíamos que iam acontecer. Mas os percalços e remédios amargos muitas vezes são necessários dentro de uma estratégia maior.Nem sempre dá para sair bem na foto e agradar a todos. Muitas vezes a gente faz o que tem que ser feito”, começou dizendo Agostini.
 
Em seguida, falou do plano desenvolvido para governar Jaú, mas que este terá que ser adequado à situação em que o município se encontra. “O cenário que se configura mostra que antes de pensarmos na concretização das metas de governo, precisamos ser implacáveis e irredutíveis na recuperação das contas públicas. Assumo a chefia do Poder Executivo muito preocupado com a saúde financeira e o nível de comprometimento de nossos recursos e um nefasto prognóstico de endividamento municipal. Estou diante de um dos maiores desafios que terei ao longo da minha vida. Terei que me dedicar integralmente, em todas as horas do meu dia e de minha vida ao cargo de prefeito municipal de Jaú”.
 
Mais uma vez o prefeito, agora empossado, repetiu o que já havia dito em cada anúncio do seu secretariado, que foi feito em quatro etapas. “Não há mágica.Não fui eleito o salvador da pátria”, disse, mas ao mesmo tempo deixou um recado a quem interessar possa: “Não sucumbirei às pressões de qualquer natureza na missa de sanear as finanças do município de Jaú.Não hesitarei em sacrificar a minha própria popularidade se preciso e também abririr mão de eventuais pretensões políticas futuras para fazer o que tem que ser feito e recuperar a credibilidade da administração pública de Jaú. O momento exige altruísmo e renúncia de vaidades.Jaú não precisa de governantes que coloque simplesmente a política na pauta diária dos jornais. Quero ser julgado pela história e se as próximas gerações se lembrarem do prefeito Rafael Agostini como alguém que passou as chaves da cidade ao seu sucessor em melhor situação do que recebo agora, com as contas em dia, já terá valido muito a pena. Se isso acontecer, tenho certeza que a minha filha Clara vai sentir muito orgulho do pai dela. E que Deus salve a nossa querida Jaú”, encerrou no discurso de posse.
 
A subida da rampa foi demorada.Primeiro Rafael Agostini, o vice-prefeito Griso e os seus secretários tiveram que esperar no salão nobre da Câmara para que fosse realizada a eleição da mesa diretora. A posse em si terminou às 17h56, mas só às 18h21 começou a eleição da mesa, que terminou às 18h53. Após as19h é   que o prefeito, vice e secretários subiram a rampa, acompanhados por um grande numero de simpatizantes. No salão nobre, Agostini assinou a portaria de nomeação de seus secretários e fez outro discurso.
 
Ali falou por mais oito minutos, destacando que a sua posse a a nomeação dos secretários representavam uma vitória do povo. “Vamos trabalhar muito para resolver os problemas. Essa é a tônica do governo que começa agora”, disse. Nesse discurso, destacou a eleição de Roberto Carlos Vanucci, do PT, para a presidência da Cãmara e a união dos vereadores no consenso para a sua eleição. Três vereadores, no entanto, se abstiveram de votar na chapa única. A estes, Agostini deu um recado: “Espero que aqueles que , por suas razões, não votaram no Vanucci, que tenham responsabilidade e que saibam que não vou dar continuidade a algumas situações que aconteciam no governo anterior porque isso contraria os meus princípios e contraria a boa gestão das finanças de Jaú”.
 
Depois do discurso no salão nobre, ao lado dos secretários, Agostini foi para o gabinete para a foto oficial com toda a equipe. A solenidade de posse foi encerrada por volta das 20h20. Na Câmara, participaram além de autoridades convidadas, três prefeitos da região, o de Brotas, Dú Barreto, de Bocaina, José Carlos Soave, e de Barra Bonita, Glauber Guilherme Belarmino. Também esteve presente e discursou o deputado federal Neuton Lima, do PT. O deputado federal Ricardo Berzoini mandou representante.
 

 

2 Comentários(Deixe o seu)

  • Julio

    UÉ ????? Cadê nosso (graças à DEUS) ex-prefeito Dr. Osvaldo ???? Parece que ele não estava presente na cerimônia ?????????
    Será que a hora que ele estava indo na posse ele caiu em algum buraco das ruas da cidade e sumiu ??????
    É bem a cara desse governo que passou, sairam todos pelas portas do fundo.
    Grande falta de caráter não participar da cerimônia.
    Meus Parabéns !!!!
    Obrigado povo Jauense por acordar e tirar essa corja da prefeitura !!!! Boa sorte Rafael.

  • Artur

    O DIABO SE FAZ PASSAR DE ANJO DE LUZ!

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