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Estado manda ajuda para Jaú após o estado de emergência

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17/11/2011 às 16h18

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J.H. Teixeira

 

O governador Geraldo Alckmin se reuniu nesta quarta-feira, 16, com o prefeito da cidade de Jaú, Osvaldo Franceschi Júnior, no Palácio dos Bandeirantes, na capital paulista. Durante o encontro, eles conversaram sobre os impactos das recentes chuvas que assolaram o município na última semana.

Alckmin assegurou a construção de 20 moradias por meio da Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU), para atender as famílias que tiveram suas casas totalmente destruídas. Ele ainda determinou apoio logístico do Estado para minimizar os danos à população.

"Nós queremos deixar registrado toda nossa solidariedade com o povo de Jaú. Já estamos providenciando todo suporte logístico para as famílias afetadas, como colchões, cobertores, cesta básica, kit de limpeza, roupas e itens de higiene. Além disso, estamos enviando máquinas da Codasp (Companhia de Desenvolvimento Agrícola de São Paulo) e uma dragline (espécie de escavadeira) para auxiliar nos serviços", afirmou o governador.

O índice pluviométrico registrado nos últimos quatro dias em Jaú foi o esperado para todo o mês de novembro, levando o rio Jaú a transbordar. Levantamento da Defesa Civil Estadual aponta que 250 famílias foram prejudicadas.

O socorro às famílias que estão desalojadas já teve início, com o trabalho integrado entre a Defesa Civil de Jaú, a prefeitura da cidade e o apoio do Governo do Estado de São Paulo, também por meio da Casa Militar e do Fussesp (Fundo Social de Solidariedade do Estado de São Paulo).
 
O prefeito de Jaú, Osvaldo Franceschi Júnior, anunciou que houve solicitação de desassoreamento do Rio Jaú, bem como do envio de engenheiros para auxiliar na avaliação dos danos e vistoria nas moradias. O governador vai ceder uma draga para iniciar o desassoreamento do rio. Técnicos da Defesa Civil do Estado já estiveram em Jaú reunidos com secretários municipais nesta quinta-feira (17).
 
DANOS
 
Pelo menos 300 famílias foram atingidas pela enchente de terça-feira em Jaú, quando o pluviômetro da Associcana registrou 90 miílmetros de chuva e o da Fatec, 83 milímetros. Foram quatro dias consecutivos de chuvas em que o volume ultrapassou os 210 milímetros, segundo a Fatec, e 291 milímetros conforma a Associcana. 
 
Oito casas ficaram sem condições de habitação, sendo quatro delas na rua José de Barros Gurgel, na Vila Ivan. Três destas eram alugadas e as imobiliárias providenciaram novas moradias para serem locadas. Em uma morava Elton Ferreira da Silva Junior, que não tendo para onde ir, foi levado com a mulher e dois filhos (de dois e quatro anos) para o Ginásio de Esportes Dr. Flávio de Mello. Ali está a sua família e também a família do peruano Reinaldo de Santis, que morava numa das casas na piscina do Paulo Blassioli.
 
No Ginásio Flávio de Mello também se concentram as doações para as famílias atingidas pela enchente. São muitos alimentos, providenciados pelo FUSS, além de roupas, e as doações da população em geladeiras, fogões, colchões, móveis, eletrodomésticos, talheres e outros. “Vieram doações de cidades da região e até do Rio de Janeiro”, disse a presidente do FUSS, Caroline Franceschi. O FUSS estadual está mandando mais um caminhão com doações, que deveria chegar nesta quinta_feira à tarde.
 
O FUSS, juntamente com a Merenda Escolar, está produzindo e distribuindo refeições para mil pessoas por dia.
 
Nas ruas, equipes da Prefeitura, de empresas particulares e de prefeituras da região ajudam na limpeza e na remoção da lama e areia que sobraram da enchente.

 

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