sexta, 21 de fevereiro de 2020
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Polícia tem suspeitos do latrocínio contra taxista

O delegado preferiu não adiantar nada sobre os suspeitos, nem mesmo se seriam da cidade de Bocaina.

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04/02/2020 às 11h11
Antonio Moura, morto em crime de latrocinio

Antonio Moura, morto em crime de latrocinio

A Polícia Civil  já  tem  suspeitos do crime de latrocínio ocorrido em Bocaina que vitimou o taxista Antonio Moura, 63 anos, de Bocaina,  desaparecido desde 21 de janeiro, cujo corpo  foi encontrado em adiantado estado de decomposição nas águas do rio Jacaré-Pepira na manhã desta  segunda-feira,  após 13 dias. A afirmação é do delegado titular da DIG (Delegacia de Investigações Gerais) de Jaú.  Dr. Marcelo Aparecido Tomás de Góes, que está  presidindo o inquérito.

O delegado preferiu   não adiantar  nada sobre os suspeitos, nem mesmo se  seriam da cidade de Bocaina,  para não  atrapalhar as investigações.  “No momento, não resta ainda comprovada a autoria, para pedir uma medida cautelar, como uma preventiva, por exemplo. As investigações prosseguem”, disse o delegado.

A família, segundo o delegado, “reconheceu o corpo pelas  vestes e pelo aspectos  físicos, porque nem mesmo pela face daria para reconhecer porque estava  totalmente decomposta  e  não dava  para  afirmar que era ele”. O caso  continua, nesse aspecto, sob  investigação do IML (Instituto Médico Legal), que adotará todos os procedimentos de praxe,  inclusive exame de DNA.

“Trabalhamos com  alguns suspeitos e a  hipótese principal  é de latrocínio”, falou  Góes.  O delegado  falou também  que devido ao adiantado estado de decomposição não dá  ainda  para  afirmar como Moura foi morto, se com tiro, facadas ou  outra  forma.  Também não  há  pistas do carro Hyundai HB20, preto, com o qual ele  trabalhava como  taxista.

Moura, que  em Bocaina  foi comerciante, tendo supermercado,  casa de bailes,  pesqueiro ,  foi  também  vereador  e  presidente da Câmara.  Na noite de 21 de janeiro ele, que fazia ponto na Estação  Rodoviária da cidade, sumiu com seu carro e não  mais foi  visto.  Dois  dias depois encontraram o luminoso de seu taxi, que é  afixado por imã  sobre o teto.  Esse equipamento estava nas proximidade do rio Jacaré-Pepira, onde o corpo foi encontrado..

Intensas  buscas foram realizadas, inclusive com a participação do helicóptero Águia da  Polícia Militar e  com drones, chegando a ter  40 pessoas nesse trabalho, mas ele não foi achado  e era dado como desaparecido. Na manhã desta  segunda-feira (3 de fevereiro), quando funcionários da Prefeitura de Bocaina foram coletar o lixo de ranchos que ficam na margem do rio Jacaré-Pepira, o corpo  foi avistado, na  margem esquerda,  preso a um galho de  árvore.

O corpo  foi  sepultado, em urna lacrada,  na  manhã desta  terça-feira (4) no cemitério de Bocaina.


 

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