sábado, 23 de novembro de 2019
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Corpo de jovem de Bariri é encontrado

Ela estava de bruços, vestida, vendada, amarrada e amordaçada. Quem acabou confessando o crime e indicando o local onde estava o corpo foi Rodrigo Pereira Alves, de 33 anos.

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25/09/2019 às 14h30

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Pouco  mais de 24 horas   após ter sido sequestrada, na manhã de terça-feira (24), ao sair de uma academia em Bariri,  o   corpo da  jovem Mariana Forti Bazza, 19 anos,  foi encontrado nesta quarta-feira (25), na zona rural, próximo a um distrito de Ibitinga.  Ela estava de bruços, vestida, vendada, amarrada e amordaçada. Quem acabou confessando o crime e  indicando o local onde estava o corpo  foi Rodrigo Pereira Alves, de 33 anos, que foi preso na noite de terça-feira, em Itápolis,  onde também estava o veículo  Gol preto de Mariana.

Levado a Bariri e depois a  CPJ  em Jaú,  Rodrigo negava a autoria do crime, dizendo ter sido outra pessoa quem  matou a jovem e  que ele apenas teria ajudado a desovar o corpo.  No final,   acabou  confessando e levou os policiais até  onde  tinha deixado o  corpo da estudante, que cursava  fisioterapia em Bauru.

Rodrigo Alves trabalhava como pintor numa chácara em frente de onde Mariana Bazza  freqientava a academia.  Na manhã de terça-feira, quando ela saiu das atividades físicas,  notou que seu carro estava com um pneu murcho. Logo apareceu o Rodrigo se oferecendo para  fazer a troca, mas ela  teria que levar o carro até  a chácara em frente, onde ele  estava trabalhando. Mariana fez isso.  Ele trocou o pneu e ela o fotografou fazendo o serviço, enviando a imagem pelo seu celular ao namorado e familiares.  Uma hora depois saíram da chácara com o carro e era  Rodrigo quem dirigia o veículo. Depois disso,  ela não atendeu mais ao celular.

Foi uma intensa busca pelas polícias  Militar, Civil, usando até o helicóptero Águia da PM, com a participação também de familiares, do namorado da  moça que é da Marinha  veio do  Rio de Janeiro,  e   voluntários.

O corpo encontrado agora  vai passar por perícia pelo Instituto de Criminalística de Jaú, para saber se a moça, que for morta a facadas,  não sofreu também    violência sexual. Rodrigo Pereira  Alves passou 12 dos seus 33 anos na cadeia, por crimes de roubo, sequestro  e estupro.

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