domingo, 26 de maio de 2019
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Estudante sequestrada é libertada em 24 horas

O autor do crime foi preso. Ele utilizava o celular da jovem,para mandar mensagens aos pais dela, pedindo R$ 500,00 de resgate.

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01/05/2019 às 13h04

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Thalita e o sequestrador Júlio César.

Thalita e o sequestrador Júlio César.

Durou 24 horas o sequestro da estudante Thalita Melo Viezer, de 18 anos, que foi levada por um bandido na noite e segunda-feira (29/4) quando esperava o ônibus para  voltar para casa após sair da aula na faculdade.  Ela  foi pega defronte a praça do Museu Municipal  após sair da Fundação Educacional, em Jaú.  Durante 24 horas foi mantida amarrada e amordaçada pelo sequestrador, Júlio Cesar dos Santos, de 27 anos, sem residencia fixa,  que foi preso em flagrante. O cativeiro era sob a ponte que liga a Vila Netinho ao Jardim Carolina,  no córrego dos Pires.

Utilizando o celular da jovem, o bandido mandava mensagens de audio via whatsapp para os pais dela, pedindo R$ 500,00  de resgate pela  filha.  Os pais  chegaram a  marcar  um encontro para pagar o resgate, mas as mensagens  foram rastreadas pela Polícia. O trabalho foi realizado por  policiais civis da DIG (Delegacia de Investigações Gerais) e por policiais militares, especialmente o cabo Emerson, soldado Pontalti e o  capitão Perpétuo, que foram os primeiros a chegar ao local do cativeiro.

O cabo Emerson e o soldado Pontalti estavam em patrulhamento pela região entre o Jardim Carolina e Vila Netinho quando avistaram um individuo suspeito. Ao efetuarem a  abordagem  constataram que ele tinha um papel no bolso,  pedaço de folha de caderno,  com um número de telefone anotado. O pedaço de caderno era da Thalita e o número de telefone da casa dela. Negando a principio, Júlio César dos Santos acabou confessando o crime e levou os policiais ao cativeiro, onde sob a luz de lanterna viram a  moça amarrada pelos pés e pelas mãos e  também  amordaçada.  Isso aconteceu por volta das 23h de terça-feira (30),  24 horas após o sequestro.

Júlio  César disse que não sabia o que fazer com a estudante  e que a mataria ao final de tudo.  Ao abordá-la na  avenida  do Café, onde estava no ponto de ônibus, ele encostou em suas costas um canivete e fez com que ela caminhasse em silêncio até o local do cativeiro,  pouco mais de 500 metros de distância.

A vítima,  após libertada,  foi encaminhada  a  Santa Casa para exames, cujos resultados ainda não   foram divulgados. Ela estava  bastante abalada e  abatida.​

O autor do sequestro, Julio Cesar já esteve preso duas vezes.   Em julho do ano passado ele  saiu da cadeia, onde esteve condenado por  furto, mas já tinha um outro mandado de prisão expedido pela Comarca de Pederneiras,  também por furto naquela cidade.  Sua família mora na  Vila Netinho, mas ele fica na rua faz alguns anos,  pernoitando na praça do Museu.

Na manhã desta feriado (1º de maio)  em audiência de custódia,  foi decretada a prisão preventiva de Júlio César, ou seja,  ficará preso enquanto responde ao processo.

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