segunda, 27 de maio de 2019
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Por ciúme, tenta matar namorada a facadas

Rapaz disse, ainda, que se ela não morrer agora vai completar o serviço quando sair da cadeia.

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17/02/2019 às 11h35

 

Por ciúme e  suspeita de traição,  Maurício Munhoz  Moraes, 28 anos, tentou matar a namorada Laísa Neves Correa, 25 anos, atingindo-a com  golpes de faca no pescoço, isso por volta das 23h30 de sexta-feira, na rua Primo Gazani, 220, Distrito de Potunduva. Quando os policiais chegaram ao local a vítima já havia sido socorrida, mas o irmão  dela, Mateus,  relatou  aos  policiais que escutou barulho na rua e ao sair para ver o que acontecia deparou-se com sua irmã  caída no chão e sangrando na região do pescoço. Como o suspeito era o namorado de Laísa, o Mateus levou os  policiais até a casa dele, onde este se encontrava. Confessou que por motivo de traição tentou matar a namorada e que se ela  não morresse a matará  quando sair da cadeia. A Laísa, levada ao pronto-socorro da Sant Casa  sobreviveu e  contou que foi mesmo o namorado Maurício quem lhe desferiu vários golpes de faca contra o corpo. Depois de ter sido decretada a sua prisão em flagrante, Maurício Munhoz Moraes  teve a sua prisão preventiva também determinada pela autoridade de plantão porque  ele  já responde por uma tentativa de homicídio  em Jaú.

 

TENTOU SUICÍDIO INGERINDO  COMPRIMIDOS

Por razões não esclarecidas, Maria Moreira, de 31 anos residente na rua Antonio Bienzobás, 45, no Jardim Conde do Pinhal,   tentoui dar fim à própria vida ingerindo uma grande quantidade de medicamento controlado. Não está especificado no boletim de ocorrência qual tipo de medicamento ela  ingeriu.  Foi levada ao pronto-socorro da Santa Casa , por  volta das 17h50 deste sábado, sendo medicada e estabilizada.

 

ENGENHEIRO E DONA DA OBRA BRIGAM POR CAUSA DO PEDREIRO

Quem esteve no plantão da CPJ  foi o  engenheiro civil Diego, 34 anos.  Ele  relatou que fevereiro do ano passado foi contratado para elaborar o projeto e acompanhar uma obra de construção de uma casa de Viviane, de 27 anos. O início das obras só aconteceu em agosto de 2018, com  prazo de entrega de sete meses. A partir do quinto mês da obra, o engenheiro  notou que a contratante,  bem como o seu marido, passaram a implicar com os serviços dele como também do mestre-de-obras, Paulo.  A Viviane  enviou mensagem de áudio  para o engenheiro dizendo-lhe que não quer mais aquele pedreiro na sua obra  e que fará  qualquer  coisa para que ele seja  tirado do serviço.  “Vou quebrar o seu carro e faço o que eu quiser”, disse Viviane.  Além disso, ela  passou a exigir a devolução dos valores que já  havia pago ao engenheiro, pois alega que a  obra estava sendo feita com  várias irregularidades. Diego foi ao plantão da CPJ  e registrou queixa de ameaça e injuria pois disse ter sido ofendido em sua honra.  Ficou de apresentar  no plantão os áudios com as ameaças   feitas pela Viviane.

 

OFENDEU  PATRÃO E SUMIU  DA   EMPRESA

O sr. Zacharias  tem uma  fábrica de brinquedos na rua José Galvao de Barros França,  125, no Jardim Conde do Pinhal.Ele relatou no plantão policial  que na última quinta-feira, dia 14, pediu que seu funcionário Leonildo Júlio,  de 33 anos, fosse até uma loja na região da rua Capitão José  Ribeiro, para buscar duas peças de uma máquina  esmerilhadeira.  Para tanto, disse ter dado ao funcionário o dinheiro para pagar as peças e as viagens de ônibus de ida e volta.  O funcionário só  voltou na fábrica por volta das 13h30, com  as peças em estado alterado e ainda gritando que tinha perdido o seu horário de almoço.  Zacharias suspeita que o funcionário estava sob efeito de álcool  ou de alguma droga.  Ordenou então que ele fosse para casa almoçar e que não precisava mais retornar naquele dia, para compensar o tempo gasto em busca das peças.  Nesse momento, Leonildo passou a ofender o patrão,  chamando o de “velho f.d.p.” e   “vai tomar no c”.   Em seguida, deixou o local de trabalho e não mais retornou.

 

PROCURAVA DROGA EM ÁRVORE COM LANTERNA DO CELULAR

Policiais militares que estavam em patrulhamento pela Vila Netinho,  por volta das 22h30 da  última quarta-feira,  avistaram um rapaz em atitude suspeita na rua Joaquim Pires, próximo ao número 215.  Com a lanterna do seu celular, o rapaz clareava um  arbusto como se procurasse por alguma coisa .  Aos avistar os policiais saiu andando, de fininho.  Abordado e identificado como Bruno, de 29 anos,  os policiais encontraram com ele R$ 172,00 em  dinheiro  e  nada mais. Mas no arbusto que ele iluminava com a lanterna do celular, os policiais encontraram um saco plástico contendo 34 porções de crack.  Bruno, que já tem passagem pela Polícia por tráfico de entorpecentes, contou uma história que os policiais não engoliram. Disse que estava por ali porque é usuário de droga e procurava alguém para comprar o entorpecente.  Falou que seu celular está com defeito e acendeu a  lanterna sozinho  e que a droga encontrada na árvore não é sua.   Foi decretada  a sua prisão em flagrante por tráfico e  apreendidos os R$ 172,00 e  seu celular.

 

BATEU, PROMETEU PAGAR, MAS FUGIU

Scarlet , 23 anos, que é de Cafelândia,  trafegava com seu  carro Fiat Ônix, pela rua Tenente Lopes, por volta das 10h15 da sexta-feira, tendo como passageiro o seu pai, Wellington Renato,  de 48 anos.  Na altura do número 253, ela  teve o seu carro atingido na lateral  direita por um Fiat Palio, cuja condutora, Lines Aparecida, 38 anos,  saiu do estacionamento junto ao meio-fio  e entrou na corrente de trafego  sem atentar ao espelho retrovisor.  O carro de Scarlet  teve as  duas portas do lado direito amassadas além de seu pai ter sofrido ferimento na altura do quadril. Scarlet disse a Lines que era necessário chamar a polícia e elaborar o boletim de ocorrência.  Lines disse que estava com pressa, que se comprometia a pagar pelo estrago e  que esta o seguisse até uma oficina de funilaria. Assim foi feito.  Só que ao chegar na funilaria, Lines disse que no caminho conversou pelo ceular com seu advogado e  este a orientou a não pagar coisa nenhuma e que cada condutor se responsabilizasse pelos danos no seu carro. Dito isso, Lines   foi embora  e deixou a Scarlet falando sozinha e com o prejuízo.

 

CAPTURADO POR  ROUBO  TENTADO

Policiais militares capturaram na noite de sexta-feira, a ria João Alvarez Otero, 129,  no Cila Bauab, o Lucas de Aro Sateles, de 22 anos.   Contra ele, que é  ajudante de eletricista, consta um mandado de prisão expedido pela 2ª  Vara da Comarca de Jaú, no último dia 13, por roubo tentado.  Foi condenado a dois anos e oito meses em regime semi-aberto.   Acabou sendo encaminhado para a cadeia de Barra Bonita.

 

SÓ DEU QUEIXA DO ACIDENTE NO DIA SEGUINTE

Daniel Pereira  Lima Letizio, 37 anos, que é  mototaxista,  transitava com sua moto Hoda CG 150 Titan pela avenida Décio Pacheco de Almeida Prado, por volta das 17h30 de sexta-feira. No cruzamento com  a rua José  Grava teve  a  sua  frente interceptada pelo veiculo Saveiro, placas GGK 7333, que era  dirigido por João Pedro Alves, 22 anos,  que não observou a parada obrigatória.  A moto foi atingida, o motociclista foi ao solo,  o motorosta da Saveiro se propõe a socorrê-lo  mas ele recusou, dizendo que nada tinha sofrido. Neste sábado, no entanto, por volta das 9h35,  o mototaxista foi até o plantão da CPJ  e registrou a ocorrência.

 

BRIGA POR BADERNA EM EDÍCULA TEM ATÉ DECISÃO JUDICIAL

Mais  um capítulo de uma longa “briga”  devido a perturbação ao sossego causado pelas festas realizadas em uma edícula aconteceu nesta sexta-feira, com a comunicação no sábado, por volta das 2h da madrugada.

Quem  esteve no plantão da CPJ  foi Karina, que disse morar faz mais de 15 anos na rua Norberto Bueno, 50, com sua mãe, de 62 anos de idade. A lado de sua casa tem uma edícula que sempre era alugada pela proprietária, Marli, para festas que duram dias e noites seguidos, com som alto, algazarra e desrespeito aos moradores vizinhos.. Ela,  Karina, disse ser a maior vitima, porque além de ser  xingada pelos frequentadores das festas estes ainda atiram  pedras e objetos contra a sua casa.

Karina disse já ter movido processo contra a dona da edícula, incluindo na ação abaixo-assinado de moradores, medição do som pelo decibelimetro e outras provas.  Na ação, disse que houve uma  sentença da juíza dra.  Betiza Marques Soria Prado, julgando procedente a sua queixa e  intimando a dona da edícula a não mais alugar o imóvel para  eventos de  terceiros ou atividades que produzam som excessivo e que perturbem a vizinhança.  Tudo isso sob pena de multa de R$ 2 mil   por locação indevida, bem como indenização de R$ 5 mil à vítima, no caso, a Karina.

No entanto, conforme Karina, a dona da edícula  desrespeitou a decisão judicial e  voltou a  alugar  a  edícula para festas, como aconteceu na última sexta-feira. Karina  chamou a Polícia  e elaborou   boletim de ocorrência.  Disse, ainda, que nesses últimos anos, tanto a Marli, como sua  filha e genro a injuriam  e debocham da atitude dela de reclamar contra a balbúrdia.  Karina disse que até  tentou vendeu a casa mas que esta foi desvalorizada exatamente por estar ao lado dessa edícula. Ninguem quer  morar ali. Nesta última  festa, os frequentadores jogaram   ovos e outros  objetos em sua casa.   Karina só não consegue entender a demora das autoridades em tomarem uma providência e decisões mais severas contra a perturbação da qual ela é vítima faz anos.

 

MENOR ACUSA  O PAI DE MAUS  TRATOS

Lucimara, 23 anos, e Luiz César, 31 anos,  foram casados durante algum tempo  e dessa união eles tem a filha Thamara, de 13 anos. Na separação, a menina ficou sob a  guarda do pai. Conforme  Lucimara,  que mora na rua Santa Terezinha, 246,  de uns três meses para  casa a menina tem se queixado a ela de que vem sendo vítima de maus tratos pelo pai.  A adolescente manda para a mãe mensagens pelo celular dizendo que o pai chegar a agredi-la, que é ameaçada  constantemente e que ele a  coloca de castigo sem motivo algum.  Lucimara procurou a Defensoria Pública  e foi orientada a registrar boletim de ocorrência, o que fez.

 

FURTARAM CELULAR E DERAM  NO PÉ

Luiz Felipe Marques contou no plantão da CPJ que por volta das 4h da madrugada desta sexta-feira saiu de um salão de festas na avenida Zezinho Magalhães e entrou no seu carro, que estava estacionado nas imediações. Mal sentou-se no carro e surgiram dois indivíduos, sendo que um deles  enfiou a mão no bolso a sua camisa e lhe furtou o celular, um Motorola Moto G6 Play azul. Ato continuo, os dois saíram correndo pela avenida.  Luiz Felipe só conseguiu notar que um deles  usava um boné  vermelho e uma camiseta  preta.

 

SEM  NOÇÃO DO PERIGO

É o que se pode dizer de José  Rogério Augusto, 35 anos, pedreiro,  que por volta das 23h de sexta-feira resolveu atravessar pelo meio da praça da Estação Rodoviária para ir até o terminal de ônibus urbano. Quando estava atravessando a suspeitíssima  praça foi abordado por dois indivíduos, morenos, encorpados, sendo que um deles  portava um estilete.  Os dois só disseram “perdeu, perdeu, deita no chão”.  Ato contínuo, os dois lhe roubaram o celular LG, cor prata, a carteira com documentos e cartões e  saíram correndo.

 

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