sábado, 21 de outubro de 2017
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Tribunal permite só 20 por cento dos servidores em greve

O prefeito Rafael Agostini disse, em entrevista à Rádio Jauense, que não há como atender a reivindicação dos servidores, nem mesmo dar a correção da inflação.

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01/06/2017 às 10h32

O  Tribunal de Justiça do  Estado de  São Paulo, através do seu vice-presidente, Ademir Benedito,  acatou parcialmente a representação da  Prefeitura de Jaú  contra a greve dos  servidores municipais, que nesta quinta-feira (01/6)  está no quarto dia. A determinação é que 80% dos  funcionários  voltem às  suas repartições para não comprometer o atendimento à  população. O não cumprimento  acarretará  multa de R$ 10 mil por dia ao Sindicato dos Funcionários Municipais.  Até a manhã desta quinta-feira a presidente da entidade, Eliana Contarini,  ainda não havia sido notificada da decisão judicial e os servidores continuavam com concentração,  buzinaço e panelaço no saguão do prédio do Paço Municipal.

O secretário de Negócios Jurídicos do município, Luiz Fernando Galvão Pinho, disse que a Prefeitura poderá recorrer da liminar do  TJ, porque pretendia que a greve fosse declarada totalmente ilegal e 100% dos funcionários voltassem ao trabalho, a fim de garantir o restabelecimento das  atividades.

O prefeito  Rafael Agostini disse, em entrevista à  Rádio Jauense,  que não há como  atender a  reivindicação dos servidores,  nem mesmo dar a  correção da inflação.  “Neste ano teremos uma queda na receita da Prefeitura de R$ 25 milhões a R$ 30 milhões. Se der apenas a  inflação, haveria  um déficit de  mais R$ 7 milhões.  Ai, nós que nunca atrasamos salários, desde 2013, alias  até  pagamos adiantado,  e pagamos o maior tíquete entre as Prefeituras, de  cerca de R$ 700,00 mensais, não teríamos dinheiro para  pagar os salários a partir de agosto.  Os servidores devem entender  que não é  o prefeito que não quer dar aumento, mas que é melhor eles  garantirem o pagamento mensalmente do que correrem o risco de não receber em dia daqui a  dois ou três meses”, falou Agostini.

Um comentário(Deixe o seu)

  • Celia Vasconcelos

    Afinal,essa greve é dos funcionários concursados que estudaram, se prepararam, estudaram editais, pagaram taxas, enfrentaram longas filas, prestaram exame para serem aprovados, ou é de funcionários comissionados, apadrinhados de políticos que incham a maquina publica e que são contratados pelo seu QI (Quem Indica)?

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