segunda, 26 de junho de 2017
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Centenas de servidores protestam em passeata

A paralisação atingiu a maioria dos setores da administração, a começar pela coleta de lixo na madrugada.

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29/05/2017 às 15h57
Funcionários  grevistas  descem a  sua  Edgard Ferraz

Funcionários grevistas descem a sua Edgard Ferraz

Centenas  de  funcionários  municipais  se concentraram na  manhã desta segunda-feira (29/5) e  depois saíram em passeata  pelas ruas centrais da cidade no  primeiro dia da greve dos servidores. Com cartazes cobrando o reajuste salarial,  outros informando o  “Estamos em Greve”  e com apitaço e caminhão de som, eles desceram pela rua Edgard Ferraz  até a  Praça da República (Jardim de Baixo)  depois subiram pela rua Major Prado,  retornando em frente do Paço Municipal.

A paralisação  atingiu a maioria dos setores da  administração, a começar  pela coleta de lixo na madrugada. Conforme  Eliana  Contarini, presidente do Sindicato dos Funcionários Municipais,  apenas três   dois oito caminhões   saíram para a  coleta..  Assim, nos bairros da margem direita do rio Jaú,  onde as coletas  acontecem às segundas, quartas e  sextas-feiras,  até o final da tarde os  dejetos  ainda não haviam sido levados.

Também pararam os funcionários da Educação e  as escolas  e  creches municipais ficaram  sem expediente. Na Saúde, a  exemplo da  limpeza  pública,   manteve-se um terço dos funcionários  em serviço.  A situação  era  praticamente normal   na sede da Prefeitura, onde os servidores  eram  vistos em seus departamentos, inclusive  no Atendimento ao Cidadão.

O secretário de  Governo,  José  Carlos  Batista Camilo, que considerou a greve  legal, disse que nem  o movimento  poderá   levar o prefeito Rafael  Agostini a receber a posição já anunciada de não conceder   reajuste algum,  devido a  queda   da arrecadação municipal. O secretário disse que ainda  não tinha nesta segunda-feira   um levantamento de quanto  foi   a  adesão dos servidores à   paralisação.

Através de seu sindicato, os  funcionários  reivindicam  a  reposição da  inflação  do período, de  4,69%,  mais   4% de aumento real nos  salários e   aumento de R$ 100,00 no tíquete de compra, que passaria ao valor de R$ 737,56.

Um comentário(Deixe o seu)

  • Jose Pires

    Este fenômeno não é exclusividade de Jaú, o secretario cita queda na arrecadação, mas a politica de isenção para tubarões continua, incharam a maquina com falácias eleitoreiras de tal maneira, que agora não conseguem arcar com as consequências, dias piores virão, quem viver verá.

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