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Associação cobra Polo Industrial em Potunduva

Lançado na administração do ex-prefeito Oswaldo Franceschi Junior, o polo industrial de Potunduva teve um litígio em relação a desapropriação da área.

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26/02/2016 às 08h36
Wagner Francisco (sentado) e Florentino Retti entregam documento na Prefeitura.

Wagner Francisco (sentado) e Florentino Retti entregam documento na Prefeitura.

A Associação dos Moradores do Distrito de Potunduva deu entrada na tarde desta quinta-feira (25) no protocolo da Prefeitura e da Câmara com um requerimento pedindo informações sobre a instalação do polo industrial no bairro. O documento foi entregue pelo vice-presidente, Wagner Francisco, e pelo diretor da entidade, Florentino Retti.

No documento a associação questiona  a aplicação de duas legislações municipais. Há um decreto, de número 6.056, de 2010, que declara gleba de utilidade pública. Outra, a lei 4.706, de 2012, que cria o polo industrial.

“Na última reunião da associação foi discutito que é prioridade dar continuidade ao polo industrial. A outra administração criou o polo, mas ficou parado até hoje. Então, diante da crise e da dificuldade de emprego hoje em dia, a gente quer uma resposta do poder público. Qual é a real situação da instalação do polo?  Existe cadastro de empresas interessadas em se instalar no polo?”, falou Wagner Francisco.

Lançado na administração do ex-prefeito Oswaldo Franceschi Junior, o polo industrial de Potunduva teve um litígio em relação a desapropriação da área. A empresa proprietária não concordou com o valor que a Prefeitura depositou à época. “O que temos de informação agora é que a empresa se manifestou sobre o valor e cabe à Prefeitura dar a resposta para se chegar a um acordo”, disse Wagner Francisco.

O vice-presidente da associação diz haver interesse de empresas em se instalar em Potunduva. “Em 2012, quando o ex-prefeito  anunciou o polo muitas empresas se interessaram, inclusive fábricas de calçados. Para a empresa de Jaú que tem empregados que moram no distrito é melhor, porque ela não tem que subsidiar o transporte desse funcionário. Além disso tem a usina, que tem muitas empresas tercerizidas, prestadoras de serviços, que poderão se instalar no polo”, observou Francisco.

Para a Associação de Moradores do Distrito de Potunduva, a luta não se limita a entrega de um documento. “Não paramos por aqui. Havera todo um trabalho, até pela necessidade de que a Prefeitura se posicione em relação ao polo industrial de Potunduva”, conclui Wagner Francisco.

 

Um comentário(Deixe o seu)

  • Luiz Carlos Direnzi

    Se depender dos nossos Administradores (Prefeitos), a população do Distrito continuara na mesma.

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