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Visitantes aos milhares

As visitações começam hoje, véspera do Dia de Finados, se intensificam amanhã, dia consagrado aos mortos, mas devem prosseguir também no domingo.

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01/11/2013 às 08h26
Cemitério Ana Rosa de Paula em Jaú

Cemitério Ana Rosa de Paula em Jaú

O município tem dois cemitérios e que devem receber entre 30 mil a 40 mil pessoas entre hoje, amanhã e mesmo no domingo. A maior parte deve visitar o Cemitério Municipal Ana Rosa de Paula, na cidade. Calcula-se que em torno de cinco mil pessoas devem passar pelo Cemitério Municipal “João do Rego”, este no distrito de Potunduva.

As visitações começam hoje, véspera do Dia de Finados, se intensificam amanhã, dia consagrado aos mortos, mas devem prosseguir também no domingo. Ontem já havia uma pequena movimentação no cemitério na cidade, mas em sua maioria eram pessoas que estavam fazendo a limpeza em túmulos de seus familiares.

Amanhã, às 10h, será celebrada missa no Cemitério Municipal de Jaú, junto ao memorial dedicado a Coriolano Rodrigues, o “Criolando”, um dos jazigos mais visitados nessa data. Em Potunduva a celebração da missa será às 9h.

Na avenida Frederico Ozanan em frente ao Cemitério Municipal “Ana Rosa de Paula”, foram demarcados 30 boxes para o comércio eventual. Ontem já tinha ambulante comercializando flores no local. Hoje e amanhã os espaços devem estar todos ocupados, seja por vendedores de flores, naturais ou artificiais, de velas, doces, salgados, frutas, sucos e refrigerantes. Não é permitida a venda de bebidas alcoólicas.

Em Jaú, o Cemitério Municipal Ana Rosa de Paulo, foi fundado em 1.894 e um dos poucos do país que tem tour noturno para conhecer a arquitetura dos túmulos. Os passeios são organizados e monitorados pelo historiador Júlio Poli. A sua parte mais antiga, com grandes mausoléus em mármore, reúne os jazigos de personagens que fizeram a história de Jaú.

Há também túmulos sobre os quais foram criadas lendas e causos que passam de geração para geração. Entre eles tem o túmulo da noiva, o da “caveirinha”, do próprio Criolando, que tinha mediunidade e sabia com antecedência dos falecimentos, comparecendo às casas montado num cavalo de pau e levando um buquê de flores. Por isso, no seu memorial, as pessoas depositam muitos cavalinhos de pau e colocam placas de bronze em agradecimento a graças alcançadas.

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