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Ozônio trata a dor

Na oportunidade, a Rede Lucy Montoro fez a entrega a dois atletas paralimpicos de Jaú, os mesatenistas Dagoberto Alasmar e Caio Baicaicoa, treinados pela técnica Daniela Bassi, de duas cadeiras de rodas especialmente e recentemente produzidas, as primeiras do gênero, para a prática do tênis de mêsa por cadeirantes.

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18/08/2013 às 12h58

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Simpósio sobre Reabilitação e Medicina Paliativa reuniu muitos profissionais

Simpósio sobre Reabilitação e Medicina Paliativa reuniu muitos profissionais

Jaú sediou no sábado (17) um simpósio sobre reabilitação e medicina paliativa com a presença de profissionais de várias regiões. O evento foi organizado pelo ambulatório local da Rede de Reabilitação Lucy Montoro, em parceria com a Santa Casa, onde foi realizado durante todo o dia.  Um dos destaques do encontro foi a utilização do ozônio em medicina com ênfase para o tratamento da dor crônica.

Na oportunidade, a Rede Lucy Montoro fez a entrega a dois atletas paralimpicos de Jaú, os mesatenistas Dagoberto Alasmar e Caio Baicaicoa, treinados pela técnica Daniela Bassi, de duas cadeiras de rodas especialmente e recentemente produzidas, as primeiras do gênero, para a prática do tênis de mêsa por cadeirantes.

Presidiu o encontro o médico Antonio Carlos de Camargo Andrade Filho, da Rede Lucy Montoro de Jaú.  Sobre as cadeiras de rodas para mesatenistas, ele falou: “Elas obecedem alta tecnologia desenvolvida pela Rede Lucy Montoro de São Paulo em parceria com a maior indústria de cadeiras de rodas da América do Sul, a Jaguaribe. Esse desenvolvimento propicia aos atletas do Brasil uma igualdade com os países do primeiro mundo. A Rede Lucy Montoro irá administrar o Centro Olímpico Nacional para o treinamento de paralimpicos e Jaú marca um ponto importantíssimo com esse pioneirismo das primeiras cadeiras esportivas produzidas no Brasil com essa tecnologia de ponta”.

As cadeiras foram lançadas há pouco mais de duas semanas no Fórum Internacional de Reabilitação no Parque Anhembi, em São Paulo.

Entre os especialistas que falaram no simpósio estiveram o professor dr. Marcelo Riberto, da USP de Ribeirão Preto e da unidade da Rede Lucy Montoro daquela cidade, que falou sobre “Pacientes com sequelas neurológicas ou doenças degenerativas progressivas”.  A professora dra. Suzel  Aparecida Frem Bourgerie, do Hospice Lo Tedhal, de Campinas tratou de “Medicina Paliativa e Cuidados Paliativos”, de manhã, e à tarde falou sobre  a falta de uma política de Medicina Paliativa no Brasil, comparando a situação com outros países do mundo.

O professor dr. Marcos Masini, da Universidade Federal de Brasília, foi quem tratou do tema “Aplicações do Ozônio em Medicina, com ênfase a terapia da dor crônica”, em especial  da coluna.

“O ozônio tem várias utilidades. A experiência vem da Europa, onde ele foi redescoberta. O uso inicial era para esterilizar feridas na I Guerra Mundial. Depois foi ampliado para esterilizar ambientes hospitalares, materiais cirúrgicos, ar condicionado, e o uso mais recente tem sido para o tratamento da dor da coluna. Realmente aí há uma revolução, porque o ozônio tem o efeito de um analgésico que dura dois anos, três anos, enquanto se trata a causa do problema. O ozônio é aplicado quando o paciente não tem indicação de cirurgia, mas há casos que necessitam de cirurgia”, disse Masini.

Em Jaú, conforme Masini, o tratamento já é feito pelo dr. Camargo, da Rede Lucy Montoro, como existem centros em São Paulo,em Brasília, e outros pelo Brasil, que atuam em diferentes áreas. “Pode se tratar a cárie dentária com ozônio sem os procedimentos odontológicos tradicionais, sem risco , sem trauma de anestesia. Também se tratam infecções de pé diabético, que antes levava o individuo a amputação. E uma droga importante que bem utilizava pode recuperar muitos pacientes hoje considerados intratáveis”, completou o dr. Masini.

A assistente social Maria Eloiza Salvador, da Faculdade de Medicina da Santa Casa de São Paulo falou sobre a atuação do Serviço Social junto aos pacientes  fora de possibilidade de cura. O engenheiro José Barazal Alvarez, da Ozonic, demonstrou geradores de ozônio. O dr. Camargo, de Jaú, falou sobre dor crônica em joelhos tratada com ozônio.

Um debate, por volta das 17h, encerrou o simpósio.

 

 

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