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Identificado 3º envolvido nos crimes do Rosa Branca

Um suspeito foi detido mas depois descobriu-se que o terceiro envolvido era o irmão dele, que se encontra foragido.“Nós demos um prazo de 24 horas para o advogado apresentá-lo. Se não apresentar, nós vamos pedir a prisão temporária dele”, disse o delegado Richard Serrano, do 2º DP.

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08/05/2013 às 08h31

O delegado do 2º Distrito Policial de Jaú, Richard Serrano, instaurou inquérito  para apurar o duplo homicidio ocorrido na noite de segunda-feira, no Jardim Rosa Branca e deve pedir a prisão temporária de um dos envolvidos, que já foi identificado e que se encontra foragido.

Na segunda-feira, na rua Romano Matielo,  num tiroteio que teve a participação de um policial militar a paisana, morreram  Anderson Renato de Almeida, 20 anos, no local,  e Pedro Bertoldo da Silva Junior, 21 anos, depois no hospital. O terceiro acusado fugiu numa moto ou possivelmente no carro de uma quarta pessoa que estaria dando cobertura.  Esse terceiro foi identificado como T.S.S., 21 anos.  Os dois que morreram foram alvejados pelo policial que saiu em defesa de uma família à qual os três ameaçavam.

O desfecho com as duas mortes teve início na noite do último sábado, quando no Jardim Juliana, onde jovens se reúnem para consumir bebidas e ouvir música,  Anderson de Almeida estaria agredindo uma moça, que seria sua namorada ou “ficante”.  Diego da Silva Vieira, de 23 anos,  que mora na rua Romano Matielo, intercedeu em defesa da moça, colocou-a no seu carro e e levou embora dali.

Anderson de Almeida não gostou disso e na noite desta segunda-feira, em companhia de outros dois, armados com revólveres,  foram à casa de Diego Vieira para acertar as contas.  Quem atendeu foi o pai de Diego, depois veio também o Diego e um irmão e dois deles foram agredidos a coronhadas pelos três. Entraram, então,  em luta corporal. O pai e os dois irmãos,  conforme o delegado, conseguiram correr para dentro da casa e um dos que ali estavam fez vários disparos contra a casa e um carro que estava na garagem.

Um vizinho que presenciou as agressões foi até um bar próximo e relatou os fatos a um soldado da PM que estava de folga. O policial foi até o local, identificou-se e pediu para que os três jovens largassem as armas, mas foi recebido a tiros. Ele revidou e acabou atingindo Pedro, conhecido como “Pedrinho”, no tórax. Anderson, conhecido como “Nenê”, arrastou o amigo até o cruzamento com a rua Leonardo Pedro Forte, tirou a arma da mão dele, e atirou contra o soldado. O policial revidou e acertou um tiro na cabeça de Anderson, que morreu no local. Pedrinho foi socorrido pelo Samu e conduzido ao PS da Santa Casa, mas morreu durante uma cirurgia.

Uma pistola calibre .380, que estava com os acusados, e a arma do policial, uma pistola calibre .40, foram apreendidas e irão passar por perícia. De acordo com a polícia, as outras duas armas foram levadas por T.S.S., que fugiu.

Após receber uma denúncia anônima, a PM deteve um homem de 35 anos, que seria T.S.S., e o levou à delegacia para que as vítimas o reconhecessem. “No final da tarde, conseguimos outra informação de que o autor não era aquele que estava com a gente, mas sim o irmão dele, que está foragido”, revela o delegado. “Nós demos um prazo de 24 horas para o advogado apresentá-lo. Se não apresentar, nós vamos pedir a prisão temporária dele”.

O caso foi registrado como homicídio, ameaça e disparo de arma de fogo.

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