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Sindsaúde vai à luta por piso de R$ 3,2mil

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21/09/2012 às 08h29

 

A partir de agora começa a “guerra” para que o piso nacional dos trabalhadores da saúde seja aprovado na Câmara dos Deputados. Projeto de lei em análise na Comissão de Constituição e Justiça na Câmara dos Deputados prevê piso de R$ 3.255,00 para técnico de enfermagem.
 
Caso aprovado, todos os hospitais da região terão de arcar com o piso nacional válido também para enfermeiros (R$ 4.650) e auxiliares de enfermagem (R$ 2.312,50). Esses valores seriam corrigidos ainda pela inflação desde setembro de 2009, quando o projeto começou a ser tramitado.
 
A presidente do Sindsaúde de Jaú e Região , Edna Alves, explica que o projeto está nas mãos do relator, o deputado Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP). Segundo ela, o projeto vai à votação na comissão após a eleição – depois, será apreciado no Congresso Nacional. Edna diz que a tendência é pela aprovação do piso nacional, valorizando a categoria com um salário digno. Na região de Jaú são mais de 5 mil trabalhadores no setor da saúde.
 
O sindicato que representa trabalhadores de hospitais e clínicas particulares, Santas Casas e hospitais filantrópicos de 23 cidades da região esteve em reunião recente com o deputado Faria de Sá. Foi num encontro em que sindicalistas de todo o Estado e a Federação dos Trabalhadores da Saúde tomaram ciência sobre o andamento do projeto e traçaram as ações a serem tomadas para pressionar deputados a aprovarem o piso.
 
 “Vamos aprovar e acabou. ‘Dar alta para o paciente e mandar para casa”, disse, sobre o relatório que está nas mãos dele. Ele entende que a dificuldade para aprovar o piso nacional vai ser grande e que será preciso mobilização de sindicatos e federações que representam os trabalhadores.  “Sabemos que o outro lado (patronal) não quer nem as 30 horas e nem o piso nacional”, comenta o deputado.
 
Federação – Presidente da Federação dos Trabalhadores da Saúde, Edison Laércio de Oliveira, pretende convocar as centrais sindicais que apóiam a causa da saúde para um seminário. O objetivo é utilizar a força das centrais e dos deputados da base para pressionar o Congresso a aprovar piso maior e jornada menor. Ele destaca que por enquanto o piso nacional é um projeto e que precisa de muita mobilização da categoria para se transformar em lei.
 

 

Um comentário(Deixe o seu)

  • Patricia Raquel Pavanelo Marangon

    Seria muito bom que aprovasse esse piso,mas duvido muito que isso irá acontecer.Pois trabalho em um abrigo para idosos,sou auxiliar em enfermagem e até agora não recebi o meu dissídio desse ano e ninguém sabe dizer porque ainda não veio....dizem que é coisa de sindicato...mas tenho minhas dúvidas...não sei mas aonde procurar ajuda!!!!

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