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Temporal descobre metalúrgica e causa estragos em vários locais

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13/07/2012 às 08h44

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Em pleno inverno, Jaú foi surpreendida no início da tarde de ontem com uma forte chuva, acompanhada de granizo e de forte vento, que atingiu uma grande região da cidade. Ela provocou vários estragos e derrubou o teto de uma mertalúrgica no Jardim Olímpia, onde duas pessoas ficaram feridas de forma leve. O teto em estrutura metálica, com 1.100 m², desabou pela força do vento.
 
A chuva forte com granizo e vento aconteceu por volta das 13h30 e não durou mais do que 20 minutos, mas foi suficiente para causar vários problemas. Houve o destelhamento parcial em uma escola no Jardim Santa Helena, algumas quedas de árvores e, no Jardim Maria Cibele, tijolos que estavam empilhados na frente de uma obra,bem como uma caçamba cheio de detritos, foram levados pelas chuvas para o meio da rua José Manoel Caseiro. Havia dificuldade de os veículos trafegarem pelo local. Segundo moradores, a rua não tem galerias e quando chove muito ela se transforma num rio e impede o trafego de carros.
 
Na avenida Dudu Ferraz, 2.800, o estrago foi maior. A estrutura metálica que sustentava a cobertura da Metalúrgiza Sandeza foi deslocada por cerca de 12 metros pelo forte vento. Parte dela caiu sobre máquinas e equipamentos. Os 40 funcionários que haviam iniciado o turno da tarde saíram correndo. Alguns se abrigaram nos banheiros, que tem cobertura de laje, outros sob um caminhão que estava ali para carregar produtos.
 
O encarregado da empresa, Osvaldir Marques, disse que ainda não é possível avaliar o prejuízo, que foi grande, segundo ele. A empresa está instalada no local há dois anos e meio e, portanto, a cobertura metálica é nova, considerando-se que esse material tem uma longa vida útil.
 
“Estávamos com um portão aberto para o carregamento de produtos. O vento forte entrou por esse portão e levantou e deslocou a estrutura metálica da cobertura. Felizmente não tivemos nada mais grave acontecendo com os nossos 40 funcionários. O prejuízo, no entanto, é grande, porque foram danificadas máquinas de última geração, inclusive computadorizadas, quen atuam na produção de peças em geral”, disse Marques.
 
O sargento Antonio Donizete Milani, do Corpo de Bombeiros e também coordenador da Defesa Civil em Jaú, disse que primeiramente teria que ser retirada toda a estrutura entortada para depois remover as máquinas e equipamentos. “Vai ser um trabalho demorado”, disse, sem precisar o quando ia demorar. Segundo Milani, a estrutura pesa cerca de 6 toneladas.

 

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