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Arbitragem impede primeira vitória do XV em Prudente

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09/08/2010 às 19h03
Paulo Cesar Grange - Ass. XV
Lance do jogo entre XV e Grêmio Prudente

Lance do jogo entre XV e Grêmio Prudente

O treinador Carlos Rossi comentou hoje o motivo de sua irritação após a partida de domingo, em Presidente Prudente, quando considerou desastrosa a atuação da arbitragem. O XV de Jaú empatou por 1 a 1, tomando o gol de empate a 43 minutos segundo tempo depois de ter dois jogadores expulsos e pênalti a favor do Galo não marcado.

Após o jogo, em entrevista a uma emissora de rádio, Carlos Rossi falou que o XV precisa de mais representatividade na Federação Paulista de Futebol (FPF). E que esse trabalho não é para ser feito pelo presidente do clube, José Construtor, mas sim por outra pessoa, preservando a imagem do presidente do Galo.
Rossi acha que o presidente do clube precisa ser preservado dessas questões de arbitragem, por isso sugere à diretoria encontrar alguém de representatividade no cenário futebolístico para que seja o representante do XV nessa questão.

Entre os citados por ele está o advogado Adib Jabur (ex-jogador do XV, colaborador do clube e conselheiro do Corinthians) e Mário Gobbi Filho (vice-presidente do Corinthians). Mas podem ser outras pessoas. “O XV tem de fazer um trabalho preventivo. Não é ir lá e comprar juiz”, esclarece Carlos Rossi.

Para o técnico do XV, que tem 20 anos de experiência no futebol paulista, não adianta o clube ir lá esta semana reclamar de um jogo que já ocorreu. “Depois do jogo não adianta fazer representação na FPF”, diz ele. O treinador defende um trabalho prévio de bastidores, de olho nos árbitros indicados para sorteio.

Nesta segunda-feira, Rossi e José Construtor tiveram uma conversa esclarecedora sobre essa questão. O técnico recomendou ao dirigente encontrar pessoas que possam ajudar o XV, que podem representar o XV na FPF, que fale da situação que o clube vive com freqüência por causa de erros da arbitragem. “Dar calçado feminino pra mulher do árbitro não resolve”, diz o treinador, referindo-se à gentileza praticada pelo XV quando os jogos são realizados no Jauzão. “Precisa de um trabalho preventivo”, alerta.

O vice-presidente do XV, Lolo Santiago, segue o mesmo raciocínio: “Em todo lugar tem gente influente”, diz ele, defendendo maior pressão sobre a arbitragem – para ele, árbitros que vêm a Jaú são bem tratados e ficam longe da pressão do torcedor.

Tendencioso
Sobre o jogo em Presidente Prudente, no domingo, o técnico Carlos Rossi considerou tendenciosa do árbitro Alessandro da Silva Balieiro. Ele diz que houve uma mudança drástica na forma de apitar após o intervalo, quando diretores do Grêmio Prudente pressionam o juiz.

Para o técnico jauense, entre outras coisas, o árbitro errou ao expulsar o atacante Júlio César, errou ao não marcar um pênalti no meia Marquinhos e errou ao dar um impedimento de Marcelinho que não ocorreu. Isso sem contar os critérios diferentes na hora de apitar lances do XV e do Grêmio.
 

Mais sobre: XV de Jaú, futebol, Copinha

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